Especialista em consumo orienta sobre problemas com cartão de crédito clonado | Mogi das Cruzes e Suzano | G1

Especialista em consumo orienta sobre problemas com cartão de crédito clonado
Especialista em consumo orienta sobre problemas com cartão de crédito clonado

De Olho nas Compras: Especialista em consumo fala sobre gastos no cartão de crédito

De Olho nas Compras: Especialista em consumo fala sobre gastos no cartão de crédito

Telma Campos de Jesus teve problemas com a fatura do cartão de crédito, ao descobrir que compras que ela não fez foram lançadas para o pagamento. A moradora de Mogi das Cruzes teve problemas até para conseguir comprovar que o cartão foi clonado. Apenas em uma fatura, o prejuízo foi de R$ 600. O assunto foi destaque no De Olho nas Compras desta terça-feira (13).

A funcionária pública disse que buscou informações desde o primeiro momento que soube da fraude. “No dia 9 de abril eu recebi uma mensagem dizendo que a compra foi aprovada e eu estranhei porque não estava nem com o cartão e estava trabalhando. Eu parei um minutinho para ligar na operadora para avisar e perguntar qual era a compra. Era um valor irrisório, mas o meu cartão estava sendo usado por alguém. Eu até olhei na minha carteira e meu cartão realmente estava lá. A instrução que eu recebi foi esperar dois dias para a compra cair no sistema deles. Depois disso, entraram com contestação da compra. Quando eu retornava, o atendente dizia que não constava nenhuma reclamação.”

Enquanto isso, outras compras foram feitas no nome de Telma. “Eu pensei que, a princípio, fossem bloquear o cartão. Depois de várias compras, uma atendente teve o bom senso de bloquear o meu cartão. Quando eu liguei para a operadora, outra atendente disse que meu cartão não estava bloqueado. As últimas atendentes disseram que eu tinha que esperar fechar a fatura para fazer a contestação. Liguei depois que fechou a fatura e disseram que eu não podia ter esperado a fatura fechar e teria que pagar a fatura. Me disseram que, em duas faturas, no máximo, iriam estornar o valor”, completa.

A moradora ainda fez um boletim de ocorrência e procurou ajuda no Procon. De acordo com o especialista em direito do consumidor, Dori Boucault, Telma ainda deve abrir uma reclamação no juizado, no Reclame Aqui e também na operadora. “Com tudo isso, pode se processar essa empresa civil e criminalmente. Ela tem dano moral e material.”

O especialista ainda diz que a consumidora tem direito ao ressarcimento da fatura paga. Em caso de demora para solucionar o problema, um chamado também pode ser aberto na Ouvidoria da empresa. “A empresa é a responsável pela má prestação de serviço e providências imediatas.”

Perguntas e histórias envolvendo consumo podem ser enviadas ao quadro por meio da ferramenta colaborativa VC no G1.

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