O governo vê pouca chance de entrada do Brasil na OCDE | EXAME

Governo vê pouca chance de entrada do Brasil na OCDE
Governo vê pouca chance de entrada do Brasil na OCDE

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Em reunião realizada com Donald Trump, em Washington, o presidente Jair bolsonaro tem um apoio dos eua para o problema da Organização (Alan Santos/PR/Agência Brasil)

Oxford – São “baixa”, as expectativas do governo brasileiro para encontrar na próxima semana uma solução para o impasse sobre a adesão do País – e os outros cinco candidatos que permite o início do processo de inclusão para a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O assunto será discutido no dia 23, em Paris, pelos membros da reunião para que o Brasil não participar – e tem de haver um parecer sobre o assunto formado por consenso.

Há a perspectiva, no entanto, que os debates sobre o assunto na próxima semana pode se transformar em um “compromisso” que permitem que o japonês para levar o tema para o âmbito da reunião do grupo das 20 maiores economias do mundo (G-20), que será realizada no final de junho, em Osaka. “No mínimo, é de se esperar que ele chegue a um ponto em que o governo pode continuar a tratar o assunto sem dizer que ele morreu”, disse uma fonte do governo.

No meio do mês passado, os Estados Unidos, que são o principal obstáculo da entrada de novos membros para a OCDE, minimizando a barreira, mas por meio de uma alimentação tão sutil que não está configurado como um passo prático do processo. Em reunião realizada com Donald Trump, em Washington, o presidente Jair bolsonaro poderia o apoio dos eua para o problema de Organização, mas, em contrapartida cedeu em relação ao Tratamento Especial e Diferenciado (TED), nos acordos da Organização Mundial do Comércio (OMC).

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Na reunião da OCDE, em maio, os representantes dos EUA informou que não tinha “declaração” sobre a chegada de novos membros, além do Brasil, pediu para entrada na Argentina, Peru, Croácia, Roménia e Bulgária. “Não ter instrução significa que não tem um pacote que poderíamos aceitar”, explicou a fonte. O brasil continua a ser dependente, portanto, dos EUA.

A posição inicial, o americano foi ter aceito apenas um novo membro, Argentina. Os americanos não querem que a entidade se expandir, mas, ao mesmo tempo, a palavra Trump foi dado o bolsonaro. O que está em questão, no entanto, é o equilíbrio entre os participantes da Organização. “Para NÓS, a menos novos membros, e o mais lento, melhor.”

Os Estados Unidos já acordado anteriormente com a Argentina, mas a Europa – que apoia abertamente o Brasil – aceita apenas a chegada de um novo membro quando há também a participação de um representante do continente. Os norte-americanos seria, portanto, votar a favor da abertura de pelo menos quatro novas estações de incluir o País, considerando o Brasil como o próximo na lista. A expectativa era de que os argentinos tiveram o processo de adesão iniciado no último mês; a Romênia, em setembro; e a do Brasil no início de 2020.

Mas sem um acordo entre as partes, visto até agora, o processo não está configurado. No caso extremo de Washington para liberar a entrada do Brasil, como se espera para a solicitação da contraparte, o europeu de inclusão da Bulgária. No final do ano passado, o grupo chegou muito perto de incluir a Argentina e, na sequência, para a Roménia, mas os EUA não quis comentar sobre os outros candidatos a disputar um lugar outro, o que foi negado pelos europeus, de acordo com os relatórios, porque ele iria dar satisfação para os outros concorrentes. “Os europeus queria que pelo menos uma frase dizendo que eles iriam estudar sobre outros, e não houve nenhum acordo.”

A Argentina está na frente do Brasil na lista da OCDE, apesar de estar passando por uma nova crise económica, e não ter nem o “de longe” o volume de instrumentos permitidos em linha com os da Organização.

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